Provérbios 25

De 4Disciples
Jump to navigation Jump to search
English EN  ·  Español ES  ·  Português PT  ·  עברית HE  ·  العربية AR  ·  Русский RU  ·  Deutsch DE  ·  Français FR  ·  中文 ZH  ·  தமிழ் TA

Bíblia > Provérbios > Capítulo 25

Provérbios 25

← Provérbios 24 Provérbios 25 Provérbios 26 →

Versículos

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
21 22 23 24 25 26 27 28
Texto completo da ARC1911 Provérbios 25

Outros proverbios de Salomão, que foram colligidos no tempo do rei Ezequias.

1 Tambem estes são proverbios de Salomão, os quaes transcreveram os homens d’Ezequias, rei de Judah. 2 A gloria de Deus é encobrir o negocio; mas a gloria dos reis esquadrinhar o negocio. 3 Para a altura dos céus, e para a profundeza da terra, e para o coração dos reis, não ha investigação. 4 Tira da prata as escorias, e sairá vaso para o fundidor. 5 Tira o impio da presença do rei, e o seu throno se affirmará na justiça. 6 Não te glories na presença do rei, nem te ponhas no logar dos grandes; 7 Porque melhor é que te digam: Sobe aqui; do que seres humilhado diante do principe que já viram os teus olhos. 8 Não saias depressa a litigar, para que depois ao fim não saibas que fazer, podendo-te confundir o teu proximo. 9 Pleiteia o teu pleito com o teu proximo, e não descubras o segredo d’outro: 10 Para que não te deshonre o que o ouvir, e a tua infamia se não aparte de ti. 11 Como maçãs d’oiro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo. 12 Como pendentes d’oiro e gargantilhas d’oiro fino, assim é o sabio reprehensor para o ouvido ouvinte. 13 Como frieza de neve no tempo da sega, assim é o mensageiro fiel para com os que o enviam; porque recreia a alma de seu senhor. 14 Como nuvens e ventos que não trazem chuva, assim é o homem que se gaba falsamente de dadivas. 15 Pela longanimidade se persuade o principe, e a lingua branda quebranta os ossos. 16 Achaste mel? come o que te basta; para que porventura não te fartes d’elle, e o venhas a vomitar. 17 Retira o teu pé da casa do teu proximo; para que se não enfade de ti, e te aborreça. 18 Martello, e espada, e frecha aguda é o homem que diz falso testemunho contra o seu proximo. 19 Como dente quebrado, e pé desengonçado, é a confiança no desleal, no tempo da angustia. 20 O que canta canções ao coração afflicto é como aquelle que despe o vestido n’um dia de frio, e como vinagre sobre salitre. 21 Se o que te aborrece tiver fome, dá-lhe pão para comer; e se tiver sêde, dá-lhe agua para beber; 22 Porque assim brazas lhe amontoarás sobre a cabeça; e o Senhor t’o pagará. 23 O vento norte afugenta a chuva, e a face irada a lingua fingida. 24 Melhor é morar n’um canto do terraço, do que com a mulher contenciosa, e isso em casa em que mais companhia haja. 25 Como agua fria á alma cançada, taes são as boas novas de terra remota. 26 Como fonte turva, e manancial corrupto, assim é o justo que cae diante do impio. 27 Comer muito mel não é bom; assim a pesquiza da propria gloria não é gloria. 28 Como a cidade derribada, sem muro, assim é o homem que não pode conter o seu espirito.

Principais reflexões [editar]

Ainda não há conteúdo

Referências a Jesus / Deus o Verbo [editar]

Ainda não há conteúdo

Informação sobre a salvação [editar]

Ainda não há conteúdo

Profecias feitas / cumpridas [editar]

Ainda não há conteúdo

Versículos que advertem / temor do SENHOR [editar]

Ainda não há conteúdo

Conduta piedosa esperada / mandamentos / proibições / obediência [editar]

Ainda não há conteúdo

Notas e referências [editar]

Ainda não há conteúdo